Em 1895, no Carmelo de Lisieux, irmã Teresa do Menino Jesus dá início à redação de suas recordações, em obediência à sua priora, sua própria irmã Paulina. Na aurora de seu primeiro dia de vida, Teresa Martin recebe a promessa de que um dia se tornará rosa. Vinte e quatro anos depois, no crepúsculo de sua vida, ela promete mandar do céu chuvas de rosas. Misteriosamente acompanhada por essa metáfora mística, ao passo que ela mesma se compara a uma florzinha branca, Teresinha se deixa consumir de amor até seu último suspiro. É assim que ela nos revela seu “pequeno caminho”, o caminho da “infância espiritual”. Seis meses após sua morte, seu bispo, dom Hugonin, recebe os manuscritos da História de uma alma.